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1. A cana-de-açúcar, matéria prima da cachaça, chegou ao Brasil por volta de 1502 através dos portugueses que, por sua vez, conheceram a cana pelos soldados que lutaram nas Cruzadas, e a levaram para a Europa.

2. O maior importador de cachaça é a Alemanha. Os alemães importam 1/3 da produção brasileira.

3. Antes do surgimento da cachaça e antes do descobrimento do Brasil, a bebida mais consumida por aqui era o cauim, que era produzido a partir da mandioca.

4. Existem inúmeras variedades de cana-de-açúcar, entre as quais a crioula, a caiana, a amarelinha, a caninha (usada principalmente na produção de cachaça), a prata e a rainha.

5. O chamado “vinho de cana-de-açúcar” foi descoberto num engenho da Capitania de São Vicente entre os anos de 1532 e 1548. O tal vinho era a “garapa azeda” que ficava em cochos de madeiras para os animais. A descoberta ocorreu por acaso, quando os escravos perceberam que a bebida deixava os animais revigorados.

6. Os maiores consumidores da bebida são São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais. Curioso é que a Paraíba, um dos maiores produtores, não está entre os primeiros colocados.

7. Um decreto publicado no Diário Oficial determina que apenas os produtores estabelecidos no Brasil podem vender a verdadeira cachaça brasileira.

8. É provável que a palavra cachaça tenha vindo do espanhol cachaza, nome dado ao vinho de borra.

9. Você pode chamar a cachaça de aguardente, mas nem sempre a aguardente é de cachaça. Isso por que existem diversos tipos de aguardente: de frutas, raízes, sementes, gramíneas, cereais, etc.

10. A popularidade da cachaça foi grande no Brasil colônia. Os brasileiros preferiam beber cachaça que os vinhos de Portugal. Isso obrigou o rei português Dom João IV a assinar uma lei proibindo o consumo da cachaça na colônia. É claro que a lei não era obedecida.

 

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