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Chamadas de bruxas, essas mulheres, homens e animais, logicamente não eram bruxas nem feiticeiras.

 

 

 

1. Segundo os historiadores, as bruxas jamais existiram e as pessoas condenadas à fogueira sob a acusação de bruxaria sequer tinham vínculos com religiões pagãs ou “demônios”. Os supostos bruxos eram, em grande parte, hereges, gente que não seguia o cristianismo.

2. A maior parte das perseguições às bruxas não ocorreu, ao contrário do que se diz por aí, durante a Idade Média, mas no início da Idade Moderna (do final do século XIV ao início do século XVIII).

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3. O primeiro julgamento coletivo de pessoas acusadas de bruxaria aconteceu em 1428 na cidade de Valais, na Suíça.

4. Ocorreram diversos surtos histéricos de caça às bruxas. O mais conhecido foi o da cidade estadunidense de Salem. Na ocasião, mais de 150 pessoas foram presas, julgadas e condenadas à forca depois que algumas crianças alegaram terem sido “enfeitiçadas”.

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5. A última condenação à fogueira por bruxaria aconteceu na Polônia, em 1793.

6. Publicado em 1487, o livro “O Martelo das Feiticeiras” serviu por um longo tempo de manual contra as bruxas. Era lido por católicos e protestantes. Segundo os seus autores, as bruxas tinham o poder de sequestrar e esquartejar crianças, participar de rituais de canibalismo, transformar pessoas em sapos ou cobras, envolver-se em orgias com a participação de demônios e lançar maldições só com o olhar.

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7. Só para se ter uma ideia do ponto a que chegou a histeria coletiva: gatos pretos eram mortos por causa da “suspeita” de que pudessem ser bruxas transformadas.

8. O perfil de boa parte das vítimas; mulheres camponesas que moravam sozinhas – muitas vezes à beira de estradas – e que ganhavam a vida fazendo simpatias ou remédios caseiros.

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9. Com o passar do tempo, foi provado que uma grande parcela das ervas usadas por essas mulheres tinham realmente poderes medicinais. É o caso da esclareia, planta que contém substâncias que ajudam a aliviar as cólicas.

10. Um hábito comum entre os inquisidores era despir as acusadas de bruxaria atrás de tatuagens, verrugas ou marcas que indicassem ligações da pessoa com o demônio.

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