Hm… Com umas batatas fritas… Hmm…

 
1. Em 1690, cozinheiros chineses desenvolveram um molho picante de salmoura com peixe em conserva, mariscos e temperos. O novo molho, chamado “ketsiap”, se tornou popular e seu uso se espalhou pela Malásia, onde foi denominado “kechop”.

2. No início do século 18, marinheiros ingleses compraram o “kechop” e o levaram para a Inglaterra. Lá, tentou-se imitar a receita chinesa, mas na falta de muitos dos ingredientes, utilizaram-se como substitutos cogumelos, nozes e pepinos.

3. Até 1800, a receita nunca tinha levado tomates e se assemelhava mais a um molho de soja do que ao ketchup como conhecemos hoje.

4. Na década de 1830, o molho era vendido como remédio. Era conhecido como “Extrato de Tomate Composto do Dr. Miles”. O tomate cozido contém licopeno, um anti-oxidante natural, que ajuda na prevenção do câncer de próstata e cólon.

5. O ketchup só se tornou popular quando o americano Henry J. Heinz começou a produzi-lo, com a base de molho de tomate, em 1876.

6. Hoje em dia, o ketchup é feito de tomates, vinagre, xarope de milho e outros flavorizantes naturais. O condimento também é bastante rico em sal e açúcar. O açúcar corresponde a 25% de sua composição, e o sal presente em uma colher de chá de ketchup equivale a 10% da necessidade diária de sódio do ser humano.

7. A indústria do ketchup movimenta 500 milhões de dólares todos os anos nos Estados Unidos. A líder de vendas, com 60% do mercado, é a Heinz. A fabricante vende 600 milhões de garrafas de ketchup anualmente.

8. A preferência pelo ketchup não é unânime. Os holandeses, por exemplo, não costumam usar o condimento. Eles comem batata-frita com maionese.

9. Por outro lado, quase não há estadunidenses que não consomem ketchup: 97% das famílias dos Estados Unidos têm o molho na despensa. Cada estadunidenses consome 3 garrafas de ketchup por ano.

10. O ketchup é um dos poucos alimentos que podem ser embalados e estocados sem o uso de conservantes.

 

 
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